aviso

ironicamente neste espaço público existe o mais sórdido, o mais íntimo e o mais verdadeiro de mim e tudo quanto foi extraído

frequentemente usei palavras que não entendo, imitei escritores e escritas: forçadamente rebuscado ou forçadamente não-rebuscado

nunca encontrei verdade, mas ainda assim fui real: escrevi com a vontade dura e inegável do caroço do abacate

30/12/2010

Poema Bobo

Vem cá! vem sim,
que eu te enrosco em mim,
que eu dou um nó com meu pé no seu
que eu te falo feito homem louco de sede: Vem cá!

Que eu te pego pelos cabelos
que a gente se afoga em beijos
que a gente naufraga nas horas
que a gente troca exageros
E eu até te escrevo um poema banal
com as rimas mais tolas
e jogo uma flor no seu quintal

Que você me fale absurdos:
que nem sente saudades
que a gente não dá
mas vem;
Vem cá!

8 comentários:

  1. É, notei vestígios de NR ..rsrs...Assim, tão meio sexy as coisas por aqui...rsrs

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  2. Ah, fosse eu um ímã de atração, como você!

    -- "Vem cá"!

    Eu só afasto as pessoas, já reparou?

    "É por imprudência que esqueço você
    e sou perseguido pelo que não fiz"...

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  3. ressaca moral, no dia seguinte, por ter bebido sozinha uma garrafa de rum.

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  4. O AMOR É MUITO BOBO, CARA! o amor é fóda.

    e valeu por mais um comentário poderoso. abs

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  5. Eu diria poema apaixonado. Não ficamos todos bobos quando amamos?! rsrs

    Abraços

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  6. Este poema é deliciosamente estupido !!
    Percorre-lo dá uma sençação gostosa que a paixão nos proporciona, junto com o remorso do dia seguinte, se é que me entende?!!!!

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  7. Não tem nada de banal nesse poema, cara. Nadinha.

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  8. Tão seu jeito,tão seu modo em suas aventuras
    na vida pessoal,você transcreve direitinho .

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